Você sabe o que é refluxo?

Você sabe o que é refluxo? Confira o que causa, e algumas mudanças de atitudes que podem ajudar a diminuir os sintomas.

Mulher Indisposta
Autor Linea Alimentos

Data terça-feira, outubro 22 de 2019

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O refluxo gastroesofágico (RGE) é definido como o movimento do conteúdo gástrico para dentro do esôfago, sem vômito. A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) ocorre quando o conteúdo gástrico irrita a superfície da mucosa do esôfago.

Os sintomas mais comuns do RGE são: azia e queimação, seguidos por dor, náusea, mal-estar causado pelo aumento da produção de saliva, rouquidão, tosse, pigarro, mal hálito, dificuldade de engolir e até nódulos nas cordas vocais.

Quando comemos o alimento desce da boca para o estômago através do esôfago. Uma vez que a comida está no estômago, um anel de fibras musculares impede que o alimento suba em direção ao esôfago. Essas fibras musculares são chamadas de esfíncter esofágico inferior (EEI), conforme figura abaixo.

       

 

Caso o esfíncter não esteja bem fechado, o conteúdo do estômago e até o suco gástrico usado na digestão pode atingir o esôfago. Isso é chamado de refluxo gastroesofágico.

Entre as causas pode-se citar hérnia de hiato, redução do tônus do esfíncter, perda dos movimentos do esôfago para conduzir o alimento para o estômago, aumento da secreção gástrica, aumento da pressão intra-abdominal e estômago muito cheio, obesidade, gravidez, hérnia, fumo, asma, alguns remédios,  e até consumo excessivo de alimentos como: chocolate, pimenta, frituras, café e bebidas alcoólicas que relaxam o esfíncter contribuindo com o refluxo.

O tratamento não medicamentoso para o refluxo gastroesofágico inclui modificações no estilo de vida e nos hábitos alimentares.

A obesidade é um dos fatores que podem desencadear o refluxo. A diminuição do peso nestes casos, bem como o abandono do tabagismo e do consumo excessivo de bebidas alcoólicas são medidas importantes para o sucesso no tratamento.

Evitar atitudes que aumentem a pressão intra-abdominal, como usar roupas e/ou cintos apertados, manter a cabeceira da cama elevada entre 15 a 20 cm. Esperar de 2 a 3 horas para se deitar após a refeição, mastigar muito bem o alimento e não consumir líquidos durante as refeições, ajudam na redução dos sintomas.

Reduzir a quantidade e frequência de consumo de alimentos gordurosos que necessitam de maior tempo de digestão, podem aumentar os episódios de refluxo.

Alimentos com proteínas, gorduras de boa qualidade e ricos em fibras são ótimos aliados contra o refluxo.

Quando os fatores de causa são resolvidos, pode ocorrer a cura, como obesidade, a perda de peso pode resolver o problema, ou a gestação, ao término é provável que os sintomas desapareçam, nos casos de hérnia a cirurgia pode também causar a cura, nos demais casos, o refluxo é uma doença crônica e o tratamento visa o controle dos sintomas e a prevenção de complicações como úlceras, estreitamentos do esôfago e câncer.

Confira algumas medidas que podem ajudar na redução ou desaparecimentos dos sintomas:

  • Manter uma dieta sempre saudável, pobre em gordura e rica em fibras
  • Evitar usar roupas muito apertadas
  • Evitar o consumo de alimentos e bebidas que possam contribuir para um quadro de azia
  • Alimentar-se a cada 3 horas
  • Realizar refeições de menores volumes
  • Comer devagar e não beber com as refeições
  • Não se deitar após as refeições
  • Evitar o fumo e o consumo exacerbado de bebidas alcoólicas
  • Beber muita água no intervalo entre as refeições
  • Reduzir o estresse
  • Evitar temperos industrializados
  • Aumentar o consumo de hortaliças e frutas, pois apresentam boa quantidade de compostos antioxidantes, que têm ação anti-inflamatória e até cicatrizante, como mamão, couve e maçã.
  • Aumentar o consumo de chás claros: chás como de hortelã, alecrim, maracujá e camomila são calmantes, facilitam a digestão e assim podem auxiliar na redução dos sintomas gástricos.
  • A espinheira santa ajuda na redução da acidez gástrica, e o alecrim se destaca no tratamento de gastrites, refluxo e hérnias, por formar uma camada protetora da mucosa gástrica. Abuse destes chás.
  • Evitar alho e pimenta

Considerando a individualidade de cada um, observe como se sente após o consumo de determinado alimento, e respeite o seu organismo, evitando alguns que causem desconforto, caso todas estas dicas não reduzam os sintomas, você pode precisar de uma medicação, para isso procure um médico especialista.

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